De Pedro Du Bois a 4 de Fevereiro de 2009 às 14:39
HORIZONTE


(Pedro Du Bois, inédito)


Ter ficado fechado não me fez ausente.
Amante e amado recobro o inconsentidoda partida. Barco ancorado, desço à terra e afirmo os pés sobre a areia.
Arenosa forma de ser seduzido ao encontro da mulher transitada em imóveis pernas.

Apelo ao vão da porta onde trancafio espias.
Na apologia remanescente
sinto o encadear dos sinos desabalados.
Não saio de mim: resisto à voz metálica dos avisos.
Avisto o barco derivado em águas inauditas.

Encerro o texto e retorno ao convívio.
Ao escurecer o galo cessa a cantoria.

meus poemas estão no blog:

http://www.globoonliners.com.br/icox.php?mdl=pagina&op=listar&usuario=


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