9 comentários:
De Betinha a 26 de Março de 2009 às 12:22
Nossa! Que linda imagem, Santa!!! Nos faz lembrar o quanto nos afastamos das coisas importantes da vida! Aquelas, as mais simples e de grande significados..


De DO a 26 de Março de 2009 às 12:37
A infância deixa mesmo marcas,Santa. Sempre me recordo dos pés de jaboticabas.

Beijos!!


De Arlan a 26 de Março de 2009 às 13:48
Muito bonito o post, Santa! Um grande abraço!


De Iram a 26 de Março de 2009 às 13:52
Que lembrança boa, bate no fundo do coração! Só podia vir de uma irmã tão querida, uma blogueira tão especial e um de um ser humano tão sensível .. Beijos de toda a família!


De Iram a 26 de Março de 2009 às 13:53
Que lembrança boa, bate no fundo do coração! Só podia vir de uma irmã tão querida, uma blogueira tão especial e de um ser humano tão sensível .. Beijos de toda a família!


De Lenice a 26 de Março de 2009 às 14:49
DORME RUAZINHA… É TUDO ESCURO!…

Mário Quintana

Dorme ruazinha… É tudo escuro…
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme teu sono sossegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranqüilos…

Dorme… Não há ladrões, eu te asseguro…
Nem guardas para acaso perseguí-los…
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos…

O vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão…
Dorme, ruazinha… Não há nada…

Só os meus passos… Mas tão leves são,
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração…


Do livro: Antologia poética para a infância e a juventude, Ed. Henriqueta Lisboa, Rio de Janeiro, INL:1961.
Mário de Miranda Quintana – (RS 1906 – RS 1994) poeta, tradutor e jornalista.


De Clê a 26 de Março de 2009 às 14:58
O bom é que as experiências ruins da infância, geralmente e por defesa, não guardamos... Ficam as boas... A minha melhor imagem era a de ver meu pai na ponta da mesa de jantar com a família reunida em sua volta. Os olhares dele para os filhos, durante as as refeições nunca se apagarão.


De Carlos Caldas a 27 de Março de 2009 às 13:43
É minha santa, esse também um sabor da infância que carrego comigo...


De Sílvio Vasconcellos a 27 de Março de 2009 às 18:15
Chequei agora no post e também quero laranja. Quero aquelas, que no Sul chamamos "do céu" e no Nordeste de "mimosa", ambos adjetivos poéticos de uma fruta doce como a lembrança da mãe as descascando e cortando "tampinhas" para a gurizada...


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