3 comentários:
De fuscabrasil a 18 de Março de 2009 às 21:40
É o fim da picada, mesmo. Quanto mais baixo o nível, mais aparecem funkeiros e outros fazendo música para o Tiranete da Banânia, ou para Ronaldo (depois do episódio com os tres do motel, e suposto consumo de pó), e o Lulla depois de proteger assassinos, recomendar uma assaltante para a presidência e enriquecer toda a família como nunca antes, explorando o povo através do combustível - e transporte - mais caro das Américas, agora tira o rendimento da poupança (já desviou dinheiro do FAT para o PAC, do FGTS dos trabalhadores para a Petrobrás e mais de 14 bilhões da Petrobrás para os fundos de pensão dos cumpanhêros sindicalistas).
Isso é que é quadrilha no poder! Agora, se fosse um Serra ou alguém mais honesto, essa gente não faria musiquinha, né? O Chávez e o Lulla seguem o modelo de Hitler, que também berrava e baixava o nível enquanto o cordão de bajuladores e a "popularidade" aumentava.


De Betinha a 19 de Março de 2009 às 13:57
Nossa! Que meigo!!!


De Duda a 20 de Março de 2009 às 12:28
A popozuda não é a primeira. Na campanha para a presidência a funkeira Tati Quebra-Barraco, o rapper Gabriel o Pensador e o DJ Thayde, mostraram a que cultura eles servem.


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