Sábado, 1 de Outubro de 2005

A 5ª Bienal do Mercosul que acontece de 30 de setembro a 4 de dezembro, em Porto Alegre-RS, aborda o tema Histórias da Arte e do Espaço. A mostra compreende quatro vetores temáticos, em que todas as nacionalidades estarão inseridas: Da Escultura à Instalação, Transformações do Espaço Público, Direções no Novo Espaço e A Persistência da Pintura. Também, uma exposição especial Fronteiras da Linguagem; e uma homenagem ao escultor mineiro Amílcar de Castro. O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), o Santander Cultural, a Usina do Gasômetro, o Largo Glênio Peres, cinco armazéns do Cais do Porto e a orla do Guaíba passam por uma adaptação para receber as obras dos 173 artistas convidados, do Brasil, Argentina, México, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai. Imagem:lighting designers


Publicado por Blog da Santa às 00:39 | | Comentar

5 comentários:
De Fernando a 1 de Outubro de 2005 às 09:12
Essas bienais deveriam ter em outros estados, pois os assuntos do mercosul ficam restritos ao sul do País.
Fernando (artista plástico)


De Maria Rita a 1 de Outubro de 2005 às 22:17
Porto Alegre, pela proximidade do Mercosul, sedia os melhores encontros culturais.


De Piassa... a 20 de Junho de 2006 às 12:09
O BRASIL E AS COMUNIDADES LAVARAM A ALMA

Tive a oportunidade de acompanhar e participar da grande mostra dos pontos de Cultura em São Paulo no Pavilhão da Bienal junto às comunidades de todo o Brasil. Todas as caras todos os gostos. Eles estavam ali para ver e serem vistos. Grupos de Maracatu em suas apresentações no grande pavilhão onde se ecoava os sons, hora misturado a outros ritmos e vozes do povo que ali estava conquistando os visitantes com suas gingas, cores e artes do Oiapoque ao Chuí. “Gente, o povo chegou!”. Houve em mim uma mistura de arrepio e lágrimas, pois nesse momento pude sentir orgulho de ser dessa raça latino-americana brasileira. Gritei no meu íntimo e ouvi minha alma. Sou Brasileiro! Durante toda a mostra, as comunidades puderam se expressar e se orgulhar de ter esse “jeitinho brasileiro” de fazer arte, mas a arte brasileira já estava pronta, era só dar a oportunidade a essas comunidades de se expressarem, coisas essas, que nos foram negadas ou renegadas sempre lançadas ao segundo plano como arte menor e nos encheram de ”ismos” que agora rompemos, quebramos as mordaças, o luto cultural e nos lançamos revigorados com a vida do Cultura Viva - Projeto este, que testemunhamos, não só como brasileiro, mas como artista participante neste revigoramento social e cultural que passa o Brasil que as mídias se negam a divulgar por puro comodismo de ter que mudar as pautas e conceber louros ao invés de espinhos. Não somos como antes, não nos calamos frente às diferenças sociais. Temos em mãos, ponto de convergência e articulações culturais. Não nos negaram como antes faziam, pelo contrário, nos municiaram com o saber e hoje temos a atitude e a coragem de levantar a cabeça e dizer: “Sou um artista popular, toco alfaia, bato pandeiro, danço roda de coco e conquistamos a "TEIA". Estamos no Pavilhão da Bienal - ícone das grandes mostras que mudaram comportamentos e conceitos. Aqui vibra e gera um novo tempo. A hora não passa e a cada momento mais e mais comunidades vão se achegando, ocupando espaços. Da chegada ao aeroporto de Congonhas, à rodoviária, vem tribos de índios, povos de todos os lugares. Gente que nunca esteve em São Paulo pode sentir de perto a grande metrópole depois de tanto abandono, de tanta fome que abalaram as comunidades àquela cidade chamada São Paulo. Lá estava se rendendo a Cultura popular e isso constituía para mim motivo de muita alegria, pois eu estava ali, eu vivi a TEIA, o povo chegou. E logo de entrada, um grande Totem saudava os visitantes. Era o Arrimo Tensor, o Pergaminho documental do novo tratado - um rolar das novas propostas para um desenrolar das conquistas.
Refleti, tudo vai dar certo. Todos aqui vieram numa missão cultural e, portanto, numa missão de paz. Os grupos Indígenas Kariri-Xokó e Yawalapiti com suas danças e ritos tribais em torno do TOTEM o consagravam. A Cultura ao marco ao símbolo dos Pontos. O brindar do secretário de Programas e projetos culturais Célio Turino a aplaudir cantar e dançar do Ministro Gilberto Gil, a igualdade posta na prática e não no discurso. Nada foi impedido e o povo tomou champanhe e saldou: saúde a cultura! É essa diferença que premia e engrandece o cidadão que pode e tem o direito de sair do anonimato elevando-os a expoentes ativos, participativos e críticos da sociedade a qual os inserem, despertando-os à cidadania e a conquista dos seus sonhos ainda que seja um ponto. É nesse sentido que é preciso pensar a arte do ponto de vista da ação política e da cidadania como afirmação do humano, como liberdade e como expressão individual da subjetividade. Isso significa, entretanto, não pensá-la apenas como meio, como instrumento, mas como campo semântico e como possibilidade de significação. Para isso é necessário que o gesto artístico expresse, ao mesmo tempo, o conhecimento da técnica, a liberdade criativa e a transgressão que dá ao gesto artístico, suas capacidades simbólicas. A grande mostra de Cultura popular e arte brasileira "TEIA", que foi apresentada no Pavilhão da Bienal, alcançou o maior sucesso na cidade de São Paulo, sendo considerada por muitos, a exposição do ano de Cultura Popular. O Pavilhão da Bienal foi especialmente preparado para receber a exposição e as comunidades, com as divisórias de pinus aquareladas com as cores das bandeiras de cada estado participante multi coloriu e conquistou o espaço de modo a destacá-los. Os grupos indígenas, folclóricos e afro-brasileiro, com seus tambores, sinos, pandeiros e violas pareciam encantados advertindo que o que se conquistava era o direito há muito reprimido às comunidades de mostrar a que veio e transmitir, não só o grito de obrigado por estar por muito sufocado e sim, documentar que esta arte brasileira e popular que nos revela cara e o jeito desse povo autêntico que sai das comunidades e nos toca, resgatando a nossa essência.
Muito obrigado a todas as comunidades que acreditaram e engajaram nesse mega evento e brindaram seus feitos. Obrigado ao Trabalhador e estadista LULA nosso Presidente que está fazendo o resgate da cidadania e auto estima dos oprimidos a esse Ministério da Cultura que ousou acreditar ser possível transpor as fronteiras, atravessar os guetos e reunir o povo num evento para mostrar a cara desse jeitinho bem Brasileiro.

PIASSA - Artista Plástico, autor dos Totens Cultura Viva.


De Piassa a 7 de Junho de 2007 às 22:51
Pedro J. Bondaczuk
O diretor de cinema norte-americano Paul Schrader – que tem em seu currículo, entre tantos outros, filmes como “Auto Focus” (2002), “Temporada de caça” (1997) e “A marca da pantera” – disse, certa feita, em entrevista, uma frase que, embora óbvia, nunca se apagou da minha mente. Declarou: “A arte é sempre maior que a vida”. Claro que tinha razão. As obras que produzirmos, desde que originais e de qualidade, nos sobrevivem, por décadas, por séculos, por milênios, quem sabe até para sempre (embora esse “sempre” não deixe de ser ambíguo).
Isto ocorre, como garantiu o psicanalista Carl Gustav Jung, por uma causa fundamental: Porque “o artista é um homem coletivo que exprime a alma inconsciente e ativa da humanidade”. É, pois, o que sabe expressar (e, de fato, expressa), com o signo próprio e característico da sua arte (pintura, música, escultura, dança, literatura, não importa), as angústias, perplexidades, sonhos, misérias e grandezas de um povo; da pessoa comum e não raro inculta, que sente tudo isso, com grande intensidade, mas que não tem como concretizar esses sentimentos em imagens, sons, movimentos ou palavras.
Tenho o privilégio, porém, de privar da amizade de uma pessoa que é perita, em sua modalidade artística, em desvendar esses desvãos escuros e sombrios da alma humana e os revelar plenamente à luz. Trata-se do artista plástico José Luís Piassa, que em julho passado foi, finalmente, reconhecido pela Câmara Municipal de Campinas, que lhe outorgou, com absoluta justiça, a Medalha Carlos Gomes, por sua contribuição para as artes e a cultura da cidade.
Fomos colegas de trabalho no jornal Correio Popular, posto que em funções diferentes. Mas cruzávamo-nos, amiúde, e não tardou para que firmássemos sólida e produtiva amizade. Mantivemos longas e agradáveis conversas sobre nossas respectivas visões de mundo e nossos projetos artísticos. Nunca vi ninguém com tamanho entusiasmo pelo que faz como esse criador sensível e originalíssimo, talentoso e idealista.
Foi com satisfação redobrada, pois, que fiquei sabendo do sucesso dos seus totens “Pergaminho Filosófico-Cultural”, espalhados pelo Brasil afora, embora pouco divulgados pelas mídias tradicionais. Há cerca de vinte anos, quando eles ainda não passavam de meros projetos, Piassa já falava, entusiasmado, com os olhos brilhando, a respeito dessa sua idéia. Na oportunidade, embora nunca lhe tivesse dito, duvidei que sua intenção de levar o melhor das artes para os grotões deste país-continente fosse prosperar. E não é que meu amigo artista conseguiu!
Claro que voltarei outras vezes ao tema, para explicar no que consistem esses “Pergaminhos Filosófico-Culturais”. Cabe, aqui, um parêntese para explicar o que são totens. Trata-se de uma forma de manifestação que remonta ao princípio da civilização. São símbolos associados, em geral, a uma linhagem familiar, uma tribo, um grupo, uma empresa, ou até a times de futebol. Referem-se, via de regra, a um espírito ancestral. Não se prendem a formas e podem aparecer como uma pedra, ou como uma planta, ou como uma força ou até como o vento ou o trovão.
Os totens de Piassa são compostos por colagens, grafismo, textura e pintura. São interativos e contam com a participação direta de membros de determinadas comunidades na sua composição. É o próprio artista que explica como eles são elaborados: “É permitido livre acesso às crianças, aos jovens e adultos, que interagem na obra, de forma a obter um resultado plástico”, diz. E acrescenta: “Outro aspecto importante, que começa a aparecer, se refere à relação entre pintura, colagem, objeto, instalação e intervenção. Tudo leva a uma noção de ambiente, de criação de uma atmosfera onde a vida, a mais comum possível, possa ser vivida e experimentada graficamente, seja na garatuja da base, seja nas intervenções em relevo no corpo que compõe o totem. São campos de energia cromática, de formas, que se propagam e que nos convidam a uma leitura táctil. É um mundo de cores para ser sentido na pele”.Piassa conta, nesse seu original e bem-sucedido empreendimento, com o indispensável apoio do secretário de Programas e Projetos Culturais, Célio Turino, e do próprio ministro da Cultura, Gilberto Gil, que prestigiaram a inauguração de vários dos totens em Pontos de Cultura espalhados pelo País afora. O meu amigo artista, portanto, mais do que nunca, é, simultaneamente, veículo e agente da expressão da alma inconsciente e ativa da humanidade, ou de, pelo menos, parcela expressiva dela.


De Piassa a 7 de Junho de 2007 às 22:58
Revolução silenciosa

Pedro J. Bondaczuk
O Brasil vive em plena efervescência revolucionária e, paradoxalmente, parcela expressiva da população sequer tomou ciência do que vem acontecendo. Só os participantes desse movimento que contraria os paradigmas históricos nacionais sabem o que ocorre. Os meios de comunicação são os culpados por esse desconhecimento. Não cumprem o seu verdadeiro papel de retratar a realidade e mantém um suspeitíssimo silêncio (diria, sepulcral) a esse propósito. Não se trata, convém reconhecer, de uma revolução política, no seu sentido usual, embora no sentido lato, o que está ocorrendo tenha, de fato, essa característica. Ou seja, inova, altera paradigmas e atua no sentido da inclusão da maioria absoluta dos brasileiros, vítima secular de um mal-disfarçado “apartheid” social.
Esclareça-se que não se trata de nenhum movimento destinado, por exemplo, a derrubar, a poder de armas, o atual governo e nem de tentar a sua perpetuação. Pelo contrário. Seus participantes, na verdade, foram responsáveis diretos pelo fato do presidente Luís Inácio Lula da Silva haver conquistado, democraticamente, um segundo mandato nas urnas, contra tudo e contra todos, com votação consagradora.
Esses legítimos revolucionários contrariaram, dessa forma, os desejos da medíocre elite nacional e, principalmente, neutralizaram as insidiosas ações de sabotagem de seu preposto, a chamada “grande imprensa”. Esta, como é do conhecimento geral, está, virtualmente, nas mãos de somente quatro famílias. E essa mídia parcial, discriminatória e arrogante, que se auto-intitula, presunçosamente, de “Quarto Poder”, não deu tréguas, desde o primeiro dia de gestão, ao atual governo, criando factóides, distorcendo informações e exagerando notícias. Ou seja, fazendo tudo o que o bom jornalismo não recomenda e nunca faz e extrapolando, dessa maneira, o seu papel social.
O simples fato desse aparato de comunicação ter sido derrotado nas urnas pode ser encarado, por si só, como revolução. É absolutamente inédito na história do Brasil. Foi, sem dúvida, um passo à frente dado pelos “humilhados e ofendidos” em sua luta por justiça. Mas não é a isso que quero me referir.
A revolução a que me refiro é de natureza mais sutil, contudo mais profundo, ou seja, cultural, no sentido mais amplo do significado de cultura. Desenvolve-se nesses autênticos guetos a que a imensa maioria dos brasileiros está confinada: cortiços, favelas, quilombos e aldeias indígenas. Seus instrumentos de inserção social são a arte unida à educação, a cidadania ligada à economia solidária e a capacitação profissional vinculada à inclusão digital. A revolução a que me refiro tem um nome: Projeto Cultura Viva, coordenado pelo secretário Célio Turino, que apresenta um Brasil que as mídias se negam a divulgar.
Consiste de um conjunto vasto de ações, como os TOTENS do artista plástico Piassa, ( Pergaminho Filosófico Cultural ) que traz a luz os sonhos, individual e das comunidades, desses brasileiros que a muito vem sendo abandonados,que não cabe, aqui, abordar. E os resultados são para lá de positivos, diria, surpreendentes, muito além das expectativas dos seus mentores. Claro que esse e outros projetos se inserem nas estratégias do ministro da Cultura, Gilberto Gil, para esse importante setor da vida nacional.
A ponta-de-lança desse amplo projeto são os chamados Pontos de Cultura, sobre os quais tive a oportunidade de traçar considerações, em textos anteriores. Eles já chegam a quase um milhar, em todo o território nacional, e a procura aumenta em progressão geométrica. A seleção das propostas é feita por edital público e os interessados têm que preencher uma série de condições.
Cada Ponto de Cultura aprovado recebe uma verba de R$ 185 mil, para ser aplicada conforme suas necessidades. Em alguns lugares, por exemplo, esse dinheiro pode ser utilizado para a adequação do espaço físico às atividades a serem desenvolvidas, em outros, para a aquisição de equipamentos, em outros, ainda, para a melhoria das estruturas, ou então, como na maioria, para o desenvolvimento de ações, cursos e oficinas.
O edital de 2004 redundou no recebimento, por parte do Ministério da Cultura, de 850 propostas e 220 delas foram selecionadas. O de 2005, resultou na inscrição de 2.300 projetos e, desses, 400 foram aprovados. Os Pontos de Cultura são interligados em rede e têm que prestar contas de como aplicam a verba que recebem do Ministério.


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