Os 80 anos da atriz Audrey Hepburn, que seriam comemorados este mês, ganharam caixa especial
Luvas pretas, piteira, pérolas e o "pretinho" sem mangas que foi arrematado por quase US$ 1 milhão num leilão da Christie's em 2006. É assim, vestida de Holly Golightly em "Bonequinha de Luxo", que Audrey Hepburn ilustra a tampa da lata com cinco DVDs lançada para comemorar seus 80 anos de nascimento.
Entre os títulos estão aqueles que construíram para a atriz o mito de mulher mais chique e elegante da história do cinema: além de "Bonequinha..." (1961), "A Princesa e o Plebeu" (1953), "Sabrina" (1954) e "Cinderela em Paris" (1957). "Guerra e Paz" (1956), a bem intencionada adaptação do romance de Leon Tolstoi dirigida por King Vidor, completa o pacote.
Audrey morreu em 1993 e desde então o culto a sua bela figura só cresceu. Ao contrário das estrelas de sua época que faziam a linha opulenta e explosivamente sexy, como Marilyn Monroe, Audrey parece incrivelmente contemporânea. Nos extras de um dos DVDs, uma especialista no estilo da atriz comenta: "Até hoje, os estilistas, quando vêem algo limpo, moderno, incomum e que funciona, dizem: 'Nossa, isso é tão Audrey!'" A parceria da atriz com o autor seu figurinista, Hubert de Givenchy, é uma das simbioses mais perfeitas da história do cinema.
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