"Não existe nesse país ninguém mais seguro que o Zelaya e sua família, além das pessoas que estão no prédio”, disse Jungmann.
A Comitiva de Parlamentares que está em Honduras, liderada pelo deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE), esteve reunida na manhã desta quinta-feira (01) com os 15 ministros da Suprema Corte de Justiça do país. O presidente Jorge Rivera Aviles garantiu que não haverá invasão à embaixada brasileira nem agressão a qualquer pessoa que estiver dentro do prédio. “Todos os direitos e garantias que a legislação internacional atribui às embaixadas serão cumpridas. Não existe nesse país ninguém mais seguro que o Zelaya e sua família, além das pessoas que estão no prédio”, disse Jungmann. continue lendo ››
Deputados brasileiros ouvem críticas em Honduras
A missão da Câmara de Deputados recebeu ainda uma dura crítica da Corte Suprema de Justiça à interferência do governo brasileiro na crise hondurenha, ao permitir o abrigo do presidente Manuel Zelaya em sua embaixada e ao esquivar-se de definir o status do seu hóspede. uviram ainda da comunidade brasileira residente no país um explícito apoio ao governo de facto de Honduras e à edição do decreto que instaurou o estado de sítio no último fim de semana. aqui
Brasileiros residentes: total condenação das "ações do Itamarati"
No encontro com a Comunidade Brasileira de Residentes em Honduras, os deputados foram surpreendidos pela total condenação das “ações do Itamaraty, que marcaram um retrocesso nas relações diplomáticas” bilaterais, e do “fato de que o nosso governo não levou em consideração o nosso bem-estar”. A insatisfação foi transcrita em um manifesto, entregue aos parlamentares e publicado no jornal El Heraldo, porta-voz do governo de facto. O que mais impressionou os deputados, entretanto, foi a defesa dos brasileiros ao Estado de Sítio. Em especial, à presença ostensiva de tropas do Exército pelas ruas de Tegucigalpa. “Estamos nos sentindo mais seguros e tranquilos. Medo eu tenho do povo da resistência”, afirmou a administradora de empresas Sandra Estrada.aqui
Honduras: Parlamento hondurenho votará fim de ultimato
"La diplomacia parlamentaria"
Congreso hondureño le pedirá a Micheletti ampliar plazo a Brasil sobre estatus
El diputado brasileño se mostró favorable a que “Zelaya no intervenga en la tranquilidad y en la vida pública de acá” desde la sede diplomática brasileña.
El Parlamento de Honduras pedirá al presidente de facto, Roberto Micheletti, ampliar el plazo de diez días que dio a Brasil para que resuelva y defina el estatus con el que permanece el depuesto gobernante hondureño, Manuel Zelaya, en la embajada brasileña en Tegucigalpa.El presidente del Congreso Nacional, Alfredo Saavedra, hizo el anuncio al término de una reunión con una misión de seis diputados brasileños que visita la capital hondureña para conocer la situación de su sede diplomática y la crisis que este país vive por el derrocamiento de Zelaya el 28 de junio pasado.
A petición de los diputados brasileños “vamos a instar de forma muy respetuosa al Poder Ejecutivo para que pueda ampliar ese plazo“, dijo Saavedra a la prensa, al anunciar que mañana, viernes, se enviará la petición a Micheletti. La extensión del ultimátum que el Gobierno de facto dio el sábado anterior permitirá “que en una situación tan difícil como ésta la embajada y el Gobierno de Brasil tengan el tiempo suficiente para poder definir el estatus de la estadía del señor Zelaya” en la sede diplomática, explicó.
El coordinador de la misión de diputados, Raúl Jungmann, del opositor Partido Popular Socialista brasileño, agradeció la decisión de Saavedra y apuntó que “es el resultado de la diplomacia parlamentaria” que el grupo ha venido a hacer a Honduras.
No obstante, subrayó que lo deseable sería “la suspensión” del plazo, lo cual sería “un gesto de buena voluntad” del Gobierno de facto.
El diputado brasileño se mostró favorable a que “Zelaya no intervenga en la tranquilidad y en la vida pública de acá” desde la sede diplomática brasileña.
Jungmann también dijo que confía en que el presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, reconsidere su posición de que Zelaya puede quedarse el tiempo que considere necesario en la embajada.
Brasil “no acepta ultimátum de un gobierno golpista”, dijo Lula el pasado domingo, en respuesta al plazo de 10 días que le dio el Gobierno de Roberto Micheletti. “La vida cambia, el presidente Lula podrá cambiar también”, comentó el diputado opositor brasileño.
La misión de diputados brasileños llegó anoche a Tegucigalpa y hoy se reunió también con miembros de la Corte Suprema de Justicia, el Comisionado de los Derechos Humanos, Ramón Custodio, y la comunidad brasileña en Honduras, además de visitar la embajada en Tegucigalpa.
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