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"Se houver um banho de sangue a imprensa brasileira, além de Lula, Amorim, Hugo Chávez, têm que ser moralmente responsabilizada. Depois eu vou ver como vai ficar a cara dos apresentadores do JN".
A Rádio Gaúcha, no Programa Atualidade, saiu mais uma vez em defesa do caudilho-fantoche de Hugo Chávez, Manuel Zelaya e, por via de conseqüência, de Lula e seu ministro porra louca Celso Amorim. O Jornal Nacional, lacaio de longa data do lulismo, repete sem cessar "governo golpista" de Honduras. É claro que isso não é nenhuma novidade - é um cacoete de papagaio.(...) A imprensa brasileira não passa de um berrante monótono, unicórdio, de uma nota só, de cor vermelha. Mas o pior poderá suceder com o povo de Honduras. A situação estava calma e superada depois da insuflação à violência em Honduras feita há dois meses pelo ex-guerrilheiro sandinista, hoje mandando na OEA, José Miguel Insulza, braço direito de Hugo Chávez. Se houver um banho de sangue a imprensa brasileira, além de Lula, Amorim, Hugo Chávez, têm que ser moralmente responsabilizada. Depois eu vou ver como vai ficar a cara dos apresentadores do JN. AQUI
Cabeça erguida, Honduras
O que está acontecendo é simples: subjugar Honduras é questão de honra para o Foro de São Paulo. Os bolivarianos não vão sossegar enquanto não conquistarem aquele território. Já tentaram diversas manobras. Cortaram programas de cooperação, enviaram agitadores profissionais, montaram circos diplomáticos para constranger as lideranças do país - apoiados por ninguém menos que o socialista chique Barack Hussein, é sempre bom ressaltar. Mas o tempo passa e Honduras resiste ao cerco. De pé, cabeça erguida. E essa marra os bolivarianos (nos governos e nos jornais) não toleram. A prioridade na agenda é destruir a fortaleza. Por Bruno Pontes
"O pior não é morrer de fome num deserto: é não ter o que comer na Terra Prometida" (José Lins do Rego)
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