25 comentários:
De Ricardo Rayol a 21 de Fevereiro de 2006 às 20:29
Lembro dele na escolinha do professor raimundo rs


De ana. a 21 de Fevereiro de 2006 às 20:47
Indicação da Saramar, vim conhecer suas plavras...muito bom.Passarei mais vezes. Cultura é algo primordial.
Beijos Poéticos.
;**


De Maria Oliveira a 21 de Fevereiro de 2006 às 21:04
A regra é roubar o povo.


De Tambosi a 22 de Fevereiro de 2006 às 00:05
Será que este não colocou a arte a serviço da ideologia?

Hoje vejo Brecht com muito distanciamento (rs)

Bj, Tambosi


De Santa a 22 de Fevereiro de 2006 às 00:40
Tambosi,

Colocou sim, tanto que deu nome ao teatro político. Já o poema...Está aberto a exceção e a regra (rsss)

Para alguns biógrafos , Brecht apesar de ligado ao Partido Comunista, não se subordinou ao realismo socialista. Ao contrário, opôs-se a ele com ardente tenacidade. Daí a repulsa das autoridades soviéticas pelas suas peças teatrais que foram proibidas de serem representadas na Rússia de Stalin.

Bjs


De Clê a 22 de Fevereiro de 2006 às 01:24
Em A Exceção e a Regra, Brecht olha para a realidade e busca traduzir essa realidade teatralmente, sem concessões. Das peças minha preferida é Galileu.


De Hannah a 22 de Fevereiro de 2006 às 07:33
Aunque no siempre te comento, siempre te leo y disfruto mucho con lo que posteas. Hoy no puedo más que darte mis más expresivas gracias por traer a la memoria a unos de los escritores y poetas que más amo. ¡Gracias, Santa!

Un besito

Hannah


De Fernando a 22 de Fevereiro de 2006 às 08:13
Santa, lendo o post parece que Brecht nos convida a pensar o tipo de governo que temos, os dias que enfretamos e o que precisamos olhar além do que vemos.


De Silvio Vasconcellos a 22 de Fevereiro de 2006 às 09:33
Não podemos julgar o passado baseados nos fatos e nos tempos de hoje. O teatro engajado que começou na Europa e chegou a nós no ápice da ditadura militar cumpriu a tarefa de seu tempo, levando luz às trevas dos déspotas.
Podemos não estar satisfeitos com nossos governos, seja onde for, mas poder levantar-se e gritar, poder escrever isso num blog ou discutir com quem quiser, não tem preço. O que acontece então é que o teatro não precisa mais ocultar a nossa face em personagens fictícios para que sejamos ouvidos. O teatro virou algo mais comportamental e menos político, mais pessoal, menos coletivo, como nossos tempos.
Quanto ao texto, encontro aqui mais uma poção da juventude que a Santa Santa nos proporciona.

Beijos!


De AZIMUTH a 22 de Fevereiro de 2006 às 11:04
Bela citação...
Abs,
N. Cotrim


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